#Compromisso Museu Lasar Segall inicia obras de modernização do Cine Segall com recursos de emenda federal do Floriano

(16/01/2018) Hoje o Museu Lasar Segall (MLS), na Vila Mariana, zona sul da capital paulista, anunciou o início das obras do projeto de modernização do Cine Segall, que receberá cadeiras, tela, som e projetor novos, tornando-se o último cinema de sala única na cidade de São Paulo, resistindo à era das multi salas.

Devido às obras, as sessões serão suspensas a partir do dia 17 de janeiro de 2018, retornando às suas atividades em fevereiro, de acordo com a nota do MLS, que ainda traz referência aos recursos que tornaram a modernização possível:

“Este projeto só foi possível graças à verba de emenda parlamentar concedida em 2017 pelo Deputado Federal Floriano Pesaro, para a execução do projeto de modernização do Cine Segall.”

Assessoria de Imprensa

Floriano Pesaro

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Floriano em visita ao Museu Lasar Segall em Fevereiro de 2017. Foto: Fabio Cabral

WhatsApp Image 2018-01-17 at 11.31.34Fachada do Museu Lasar Segall em Fevereiro de 2017. Foto: Fabio Cabral

#DeuNaMidia Floriano se diz pronto para disputar prévias para Governo de SP em entrevista a VEJA

“Secretário de Alckmin conta com chefe para disputar governo de SP

Colocando-se à esquerda do PSDB, Floriano Pesaro cola na candidatura do tucano ao Planalto e se apresenta como pré-candidato a governador pelo partido

Por Guilherme Venaglia

Há três anos como secretário de Desenvolvimento Social de São Paulo, Floriano Pesaro (PSDB) se divide hoje entre dois grandes objetivos. O primeiro é eleger o chefe, o governador Geraldo Alckmin (PSDB), como o próximo presidente da República. O outro pode ser ainda mais difícil: ser o candidato tucano ao governo de São Paulo, uma tarefa que coube a apenas três pessoas (Mário Covas, José Serra e o próprio Alckmin) em 24 anos, ou seis eleições disputadas.

Para entrar nessa lista, diz estar pronto para disputar prévias com quem quer que seja e conta com o apoio de Alckmin. “Eu fico muito feliz que seja assim, que no meu partido eu tenha espaço para disputar uma prévia”, diz Floriano, para quem João Doria deve concluir o atual mandato na Prefeitura da capital. “O grande comandante desse processo vai ser o governador Alckmin. Tenho muita confiança no governador.”

Nesta entrevista a VEJA, Floriano Pesaro falou sobre sua avaliação sobre o momento do partido e as relações com o vice-governador Márcio França (PSB). E defendeu que não há necessidade de alternância de poder em São Paulo. “Quando é bom, não tem por que mexer”.

O senhor é secretário do governo de São Paulo. A renúncia de Geraldo Alckmin para disputar a Presidência vai representar uma situação inédita. Diferentemente de 2006 e 2010, o vice que se prepara para assumir, Márcio França (PSB), pretende disputar a reeleição à revelia do PSDB. Como disputar contra o próprio governo? Nós não vamos fazer campanha contra, vamos fazer a favor. O vice-governador tem toda a legitimidade para disputar a própria reeleição e montar seu arco de alianças, também servindo de apoio à candidatura de Alckmin à Presidência. Tenho convicção de que o PSDB não vai abrir mão de ter candidato por ter governado o estado por 24 anos, mas nosso adversário não é o Márcio França nem o PSB. Nossos adversários são o PT e os seus aliados. Márcio França como candidato será um aliado de Alckmin e, portanto, será nosso aliado também. Quem chegar na frente, vai compor com o outro.

Bom, o senhor mesmo fala em 24 anos de governo do PSDB. Em política, se fala muito na necessidade de alternância de poder… Só quando o governo é ruim. Quando é bom, não tem por que mexer. O governo de São Paulo é uma mostra do que o PSDB pode fazer pelo Brasil. Temos as melhores rodovias, um serviço de saúde procurado por todo o Brasil, a educação com as melhores notas e a melhor segurança pública, mesmo sendo o estado mais populoso. Claro que ainda não somos a Suíça e temos ainda mais o que avançar nessas áreas, mas o importante é se manter no rumo certo.

Mas o senhor não vê carências? O calendário das obras do Metrô está atrasado há muitos anos, por exemplo. Preciso lembrar que tivemos enfrentamentos com o Ministério Público e com os sindicatos. O Sindicato dos Metroviários é contra a população e a favor dos próprios benefícios. Foram autores de diversas ações que, de uma forma ou de outra, atrasaram as obras. É preciso um enfrentamento contra o corporativismo público.

O senhor diz que pretende disputar prévias. Em 2016, prévias para a Prefeitura de São Paulo se transformaram em um conflito em campo aberto dentro do PSDB. Não teme que o partido saia mais fragmentado? Muitas vezes, se confunde debate interno, o que é normal em um partido, com briga. Eu sempre digo: desconfie de partidos onde não há isso, porque provavelmente tem um caudilho que controla tudo. O PSDB tem líderes e às vezes eles divergem. Fico muito feliz que seja assim, que no meu partido eu tenha espaço para disputar uma prévia. Disputar com o [José] Serra e com o [Luiz Felipe] D’Avila é saudável. Me vejo competitivo para enfrentar os dois.

Como o senhor vê a situação do prefeito João Doria? Nos últimos meses, ele viu a reprovação à sua administração subir. O que acha dele se projetar para disputar outros cargos? Governar a cidade de São Paulo talvez seja mais difícil do que governar o Brasil. É natural que a expectativa fosse maior que a realização de fato, mas não me pautaria por pesquisas nesse momento. É preciso dar tempo ao Doria para que continue na prefeitura, firme e forte e, ao final, fazer a avaliação, que tenho certeza que será boa. Projetar-se é uma decisão que depende da vontade política dele, mas são quatro anos, precisa do conjunto para dizer se foi bom. Acho que ele deveria concluir esse mandato.

Como surgiu a ideia de ser candidato ao governo? Nos meus primeiros dois anos no Governo do Estado, ficava bastante restrito ao palácio. Agora, eu tive a oportunidade de sair e conhecer o estado, percorrendo quase 200 municípios do interior de São Paulo e convivendo, direta ou indiretamente, com os 645 prefeitos. Percebendo uma troca geracional na política, um desejo imenso da população por renovação, conclui que havia espaço para trabalhar pela sucessão do governador Alckmin. De um lado, fortalecendo a candidatura dele à Presidência. De outro, mostrando experiência administrativa e passado irretocável, sem mancha nem participação em qualquer tipo de esquema.

Mas e dentro do PSDB? O partido alterna entre poucos caciques nas candidaturas executivas. E agora está às voltas com o nome do senador José Serra. Existe uma resistência? Muito pelo contrário, o PSDB clama por renovação. Eu me coloco no PSDB como uma pessoa jovem, com experiência e que é tucano de primeira hora. Na minha caminhada pelos diretórios, sinto uma adesão surpreendente à minha candidatura. O que mais escutei é que o partido precisa de renovação e de quadros novos e isso me estimula.

O senhor está falando das bases, dos diretórios locais. E o comando do partido? Caminhamos para que a sucessão seja através das prévias e, nesse momento, a base será muito importante. Se você pensar do ponto de vista de cúpula, o grande comandante desse processo vai ser o governador Alckmin. Tenho muita confiança no governador e naquilo que ele pensa a meu respeito. Ele tem demonstrado nos últimos três anos um carinho por mim e pelo meu trabalho.

O senhor é visto como um nome do PSDB mais engajado com questões de minorias. Mas como vê o partido e grupos mais conservadores que estão abrigados na legenda? Eu sou considerado de centro-esquerda dentro do PSDB e na juventude, já fui chamado de “tucano do bico vermelho”. Não do ponto de vista econômico, que isso já está superado, mas uma esquerda social, que está falando em um protagonismo dos direitos humanos, em uma cultura de paz e da diversidade. O PSDB também tem gente muita conservadora, mas a soma do partido é positiva e eu estou no campo mais progressivo. Sou um dos poucos tucanos mais engajado nas questões raciais, de gênero, LGBT.

Uma das principais questões do PSDB nesse momento é a possibilidade ou não de uma aliança com o PMDB em 2018, em um momento em que aparecem outros candidatos surgindo no governo, como Henrique Meirelles e Rodrigo Maia. Como o senhor vê um possível acordo? Já nos aliamos com o PMDB em muitos outros momentos. A Rita Camata, quando foi candidata a vice-presidente do Serra, estava no PMDB. Nossos aliados tradicionais são o PMDB, o DEM, o PPS e o PTB e, mais recentemente, o PSB e o PV. O PSDB é um partido muito fácil de compor alianças porque é um partido ao centro. Nos primeiros anos, era comum dizer que eramos “a noiva”, porque todo mundo sempre quis ficar ao lado do PSDB. Isso está voltando.”

https://veja.abril.com.br/…/secretario-de-alckmin-conta-co…/

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Floriano completa 3 anos de gestão na Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de SP

Hoje faz 3 anos

No dia 8 de janeiro de 2015, assumi o desafio proposto pelo Governador Geraldo Alckmin, que tem feito diferença na minha vida e na vida de milhares de paulistas, e me tornei Secretário de Estado de Desenvolvimento Social.

Temos realizado um trabalho intenso e profundo para melhorar o desempenho das políticas públicas em nosso Estado. Tive a oportunidade de conhecer profundamente o grande Estado que temos, sua complexidade e suas injustiças. Tive contato com centenas de prefeitos e, junto deles, implantamos vários programas que beneficiaram a vida de milhares de paulistas em situação de vulnerabilidade social.

Nesses 3 anos, nos dedicamos à gestão e à reformulação da estrutura da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de SP, simplificando processos, desburocratizando, cortando despesas e desenvolvendo novos sistemas de monitoramento e avaliação.

Demos mais efetividade às políticas públicas, com mais austeridade e eficiência. Tive também a oportunidade de conviver mais de perto e aprender com nosso governador Geraldo Alckmin, um servidor público exemplar. Trabalhar com alguém tão competente e dedicado só vem enriquecer meu currículo e tem me tornado uma pessoa certamente mais capaz de enfrentar desafios.

A verdade é que tenho muito orgulho do que estamos fazendo na área social em São Paulo: “cuidando de gente”, como sempre nos orienta nosso governador.

Tenho certeza de que, fruto deste trabalho nesses 3 anos, conseguimos amenizar as agruras de milhares de paulistas. Lutamos por uma sociedade mais justa, humana e solidária.
Floriano Pesaro
Secretário de Estado de Desenvolvimento Social de São Paulo
Deputado Federal

CLIQUE AQUI e assista ao depoimento do Floriano.

#DeuNaMidia Floriano é entrevistado por Augusto Nunes na Jovem Pan AM

O Secretário de Estado de Desenvolvimento Social de São Paulo, Deputado Federal Floriano Pesaro, foi entrevistado por Augusto Nunes no programa Perguntar Não Ofende da Jovem Pan AM de São Paulo.

Assista no link a seguir: https://youtu.be/xfgmnVI_m7U

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#DeuNaMidia Floriano é entrevistado no Jornal da Cultura

(23/12/17) – Neste sábado, o Secretário de Estado de Desenvolvimento Social de São Paulo, Deputado Federal Floriano Pesaro, foi entrevistado no Jornal da Cultura 2a Edição por Márcio Bongiovanni.

Assista na TV Floriano: https://youtu.be/Sos5KvCpjxI

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Floriano recebe Fernando Henrique Cardoso no Clube dos 500 – Veja as fotos

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi o convidado especial do Deputado Federal, Floriano Pesaro, para participar do Clube dos 500 desse segundo semestre, no dia 5 de dezembro. Frente a um expressivo público, FHC abordou temas nacionais e internacionais sobre política e sociedade.

VEJA A GALERIA DE FOTOS

ASSISTA O EVENTO NA ÍNTEGRA

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Projeto de lei de co-autoria do Floriano é sancionado e cria o Programa Casa Paulistana

No mês do servidor público, o Prefeito João Doria sancionou lei de coautoria do Deputado Federal Floriano Pesaro, então vereador da capital, com os colegas vereadores Aurélio Nomura, Eduardo Turma, Coronel Telhada, Gilson Barretos e Mário Covas Neto (PSDB) que cria o Programa Casa Paulistana, que vai subsidiar, por meio do Fundo Municipal de Habitação, a compra de imóveis por servidores públicos municipais em complementação a outros programas habitacionais, como Minha Casa Minha Vida. Habitação é direito é essencial para termos uma sociedade mais justa, humana e solidária.

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Floriano inaugura dois novos Centros de Convivência de Idosos

Neste sábado, dia 28 de outubro, o secretário de Estado de Desenvolvimento Social de São Paulo, Floriano Pesaro, entregou dois novos Centros de Convivência do Idoso (CCI) em General Salgado e Nova Castilho com capacidade para acolher 200 idosos em cada equipamento.

O CCI integra o Programa São Paulo Amigo do Idoso, coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de São Paulo. Para a construção da unidade, o Governo do Estado de São Paulo investiu o montante de R$ 250 mil.

O objetivo do Centro de Convivência do Idoso (CCI) é oferecer um espaço de socialização evitando o isolamento da pessoa idosa. No CCI, idosos independentes com mais de 60 anos têm a opção de despertar novas habilidades por meios das diversas atividades socioeducativas desenvolvidas no espaço.

Para o secretário Floriano Pesaro, a estratégia do governo de São Paulo é que todos os municípios paulistas tenham um serviço de assistência social direcionado a atender pessoas idosas. “Queremos avançar na criação de uma cultura para o envelhecimento, na qual as pessoas idosas sejam valorizadas e tenham oportunidade de continuar participando das suas comunidades”, disse o secretário.

No Estado de São Paulo já foram inaugurados 251 Centros de Convivência para Idosos, outros 113 estão em execução, num investimento total de R$ 91 milhões. Mais de 73 mil idosos já foram atendidos.

Sobre o Programa SP Amigo do Idoso

Lançado em 2012, o programa tem o objetivo de executar ações efetivas e integradas para a garantia do envelhecimento ativo do idoso, fortalecendo seu papel social e resultando em uma nova postura diante do envelhecimento.

O programa propõe ações intersecretariais voltadas à proteção, educação, saúde e a participação da população idosa do Estado. São 11 Secretarias de Estado envolvidas e o Fundo Social de Solidariedade (FUSSESP), sob a coordenação da Secretaria de Desenvolvimento Social.

Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de São Paulo

Ribeirão Preto ganha segunda unidade do restaurante popular Bom Prato

Nesta terça-feira, 24, o governador Geraldo Alckmin, o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, e o prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira, assinaram autorização para a instalação da segunda unidade do Bom Prato em Ribeirão Preto. A unidade deverá servir o total de 1.700 refeições diárias, sendo 1.400 no almoço, por R$ 1,00; e 300 no café da manhã, por R$ 0,50. O restaurante será instalado nas proximidades do Hospital das Clínicas da cidade.

“Esse será mais um restaurante da nossa rede, num dos programas sociais mais bem avaliados do Brasil. Além da alimentação saborosa e quente para quem mais precisa, é também promoção de saúde pública. O melhor remédio que existe é o alimento de boa qualidade”, disse o governador Geraldo Alckmin.

A cidade de Ribeirão Preto já conta com uma unidade do Bom Prato. Desde a inauguração, em novembro de 2011, a unidade já serviu quase 5 milhões de refeições, com investimento total de mais de R$ 12 milhões. Em agosto de 2017, o programa aumentou em 10% o número de refeições diárias no almoço, que passou de 1.600 para 1.750. O número de refeições no café da manhã continuou 300 por dia.

De acordo com o secretário de Estado de Desenvolvimento Social de São Paulo, Floriano Pesaro, garantir a segurança alimentar das pessoas é a prioridade do programa do governo estadual. “O Bom Prato é o maior e mais importante programa de segurança alimentar do país. A cidade de Ribeirão Preto ganhará mais uma unidade e, dessa forma, pessoas e acompanhantes que vão procurar saúde no Hospital das Clínicas também terão a oportunidade de se alimentar com uma comida de qualidade, saudável e com preço acessível”, finaliza.

Sobre o Bom Prato

Criada há 17 anos, a rede de restaurantes populares oferta alimentação balanceada e de qualidade (almoço e café da manhã) com foco na população de baixa renda, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade social.

No Estado de São Paulo, o Bom Prato é coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e atende diariamente 86 mil refeições. Desde a inauguração, em 2000, já serviu mais de 189 milhões de refeições e investiu mais de R$ 564 milhões no programa. Além disso, serviu 300 mil toneladas de alimentos e 200 milhões de frutas.

Há 52 unidades em funcionamento, sendo 22 localizadas na capital, 9 na Grande São Paulo, 6 no litoral e 15 no interior. O almoço tem custo de R$ 1,00. A alimentação é balanceada, com 1.200 calorias, composta por arroz, feijão, salada, legumes, um tipo de carne, farinha de mandioca, pãozinho, suco e sobremesa (geralmente uma fruta da época).

No café da manhã, são oferecidos leite com café, achocolatado ou iogurte, pão com margarina, requeijão ou frios e uma fruta da estação. A refeição, de 400 calorias em média, custa R$ 0,50 ao usuário. Em setembro de 2011, o café da manhã foi implantado em todos os restaurantes. Crianças até seis anos têm a refeição gratuita.

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Governador Geraldo Alckmin e Floriano assinam autorizo de Bom Prato em São Bernardo do Campo

18 de outubro de 2017: O Governador Geraldo Alckmin assinou o autorizo para a implementação da unidade da rede de restaurantes populares Bom Prato em São Bernardo do Campo com o Secretário Estadual de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, e o Prefeito de São Bernardo, Orlando Morando.

Ao lado do Poupatempo, no centro da cidade, o Bom Prato oferecerá diariamente 1.400 almoços e 300 cafés da manhã por R$ 1,00 e R$ 0,50, respectivamente.

“São duas refeições numa só: alimenta o corpo e a alma”, disse o Secretário Floriano referindo-se à sociabilidade proporcionada no salão dos restaurantes Bom Prato. O Governador Geraldo Alckmin enfatizou o índice de aprovação do programa: “É o programa mais bem avaliado do Governo de São Paulo”.