Um teto para meu país

Escrito por Floriano em 3 de março de 2010 – 15:37 -

TetoTerminar com a pobreza extrema na América Latina é o grande desafio que a ONG “Um teto para meu país” enfrenta desde 1997. Nascida no Chile, a partir de um grupo de jovens universitários que sentiram a necessidade de denunciar a situação de pobreza extrema em que vivem milhares de pessoas, hoje engloba 15 países na América Latina, incluindo o Brasil desde 2006.

O trabalho de organização nesses países se realiza por intermédio de milhares de jovens voluntários, parceiros (ONGs, Universidades, empresas) e comunidades que lutam por um continente mais justo, unidos no intuito de melhorar a qualidade de vida das famílias em situação de pobreza. Há três grandes formas de intervenção: a construção de casas emergenciais; ações de habilitação social; e a criação de comunidades sustentáveis dando acesso a novas oportunidades e melhorando a qualidade de vida da comunidade.

Como resultado dessa ação conjunta, 200 mil voluntários foram mobilizados e 42 mil casas de emergência foram construídas. No Brasil, a UTPMP já mobilizou mais de 1600 voluntários e recursos para a construção de mais de 200 moradias de emergência, voltadas para famílias de baixa renda de favelas brasileiras.

É um trabalho sério e que envolve um grande ideal de colaboração de diversos setores da sociedade para a construção de um continente mais solidário, justo e sem exclusão. Bandeiras estas que tem norteado meu trabalho em todos esses anos de vida pública e minha obsessão de acabar com as favelas em nossa cidade e país, levando mais qualidade de vida, cidadania e dignidade aos moradores.

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2 Comentários para “Um teto para meu país”

  1. Por Anderson GS em mar 17, 2010 | Reply

    Nobre parlamentar,

    Eu gostaria de ter a esperança de acabarmos com os conglomerados subnormais em nosso país. Mas penso, que o máximo que faríamos é torná-los com alguma condição de vida.

    Infelizmente, um grande projeto urbanístico, que afete e mude a vida das pessoas que habitam conglomerados subnormais no Brasil, seria tão dispendioso que eliminaria a capacidade de financiamento do Estado, além de atentar contra a ordem macroeconomica.

    Eu acho importante, termos políticas de urbanização para erradicar as favelas, mas o grande problema nos grandes centros, onde elas são sempre presentes, é a migração, a mobilidade urbana.

    A política social mais interessante é aquela que gera riquezas no local onde as pessoas estão, para que elas não tenham que sair em busca de melhores oportunidades.

    Abraço e coloque-me a sua disposição para integrar o Plano de Governo de Desenvolvimento e Ação Social.

    Anderson
    São Paulo/SP

  2. Por Anderson GS em mar 17, 2010 | Reply

    Nobre Parlamentar,

    Creio que a Economista Fernanda Negrão, que atualmente trabalha na Secretaria Estadual de Desenvolvimento em São Paulo, pode ser um bom nome para ajudá-lo a construir uma proposta de política de moradia e urbanização.

    Ela é mestre pela PUC-SP e sua dissertação foi sobre esse tema. Ela tem uma vivência especial com o assunto, além de experiência pública.

    Abraço,

    Anderson GS
    São Paulo/SP

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