Quase uma epidemia
Escrito por Floriano Pesaro em 29 de abril de 2009 – 11:57 -![]()
3% dos adolescentes brasileiros já desenvolveram dependência do álcool. Este número é assustador. Os adolescentes estão bebendo mais e cada vez mais cedo.
Pesquisa do Journal of Studies on Alcohol and Drugs mostrou que, quanto mais os adolescentes ficam expostos às propagandas de cerveja, mais gostam delas e consomem álcool em maiores quantidades em relação àqueles menos expostos.
Cabe aqui reforçar a importância da orientação de pais e educadores, o diálogo entre pais e filhos e campanhas de conscientização e fiscalização do governo, uma vez que servir bebida alcoólica a menores de 18 anos é infração prevista no artigo 63 da Lei das Contravenções Penais.
Por isso sou totalmente favorável às medidas que restrinjam ao máximo o acesso a bebidas alcoólicas para os jovens. Estou certo de que estaremos atuando preventivamente.
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Como se relacionar com pessoas com deficiência?
Escrito por Floriano Pesaro em 28 de abril de 2009 – 13:38 -
A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida lançou este mês o livreto “Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiência”, que dá altas dicas de como se relacionar com as pessoas com deficiência física, intelectual, auditiva, visual, surdocegueira e múltipla.
São 10 mil exemplares, que estão sendo distribuídos nas Subprefeituras e no Centro Cultural São Paulo. O livreto também está disponível gratuitamente para download no site: www.prefeitura.sp.gov.br/pesoacomdeficiencia. Esta iniciativa é um ganho para todos os cidadãos.
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Olhares brasileiros e franceses na Pinacoteca
Escrito por Floriano Pesaro em 27 de abril de 2009 – 12:17 -
Imagem de Marcel Gautherot, de 1943, está na exposição À Procura de um Olhar
Aqui vai uma sugestão para todos que gostam de cultura e arte: não deixem de visitar a exposição “À Procura de um Olhar”, na Pinacoteca do Estado, em São Paulo. A exposição, que reúne 184 imagens de fotógrafos franceses e brasileiros, faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil.
Lançado no final do ano passado, o Ano da França no Brasil foi inaugurado no dia 21 de abril e se estenderá até 15 de novembro, com atividades culturais em várias cidades brasileiras.
Com imagens de Pierre Verger, Marcel Gautherot, Jean Manzon e Claude Lévi-Strauss, e de fotógrafos franceses e brasileiros contemporâneos, a exposição se estende até o dia 28 de junho em São Paulo, depois segue para Salvador (BA), Fortaleza (CE), Belém (PA).
À Procura de um Olhar
Local: Pinacoteca do Estado de São Paulo
Endereço: Praça da Luz, 2 – São Paulo.
Telefone: (11) 3324-1000
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h.
Preço: R$ 4,00 (aos sábados, a entrada é gratuita).
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Escrito por Floriano Pesaro em 24 de abril de 2009 – 17:05 -Postado em Sem categoria | Seja o primeiro a comentar »
Jogos proibidos
Escrito por Floriano Pesaro em 23 de abril de 2009 – 12:39 -Novamente alerto aqui para os jogos pirateados para computador e videogame que estão sendo vendidas ilegalmente nas ruas do centro de São Paulo. São produtos proibidos pela Justiça, pelo conteúdo que exibem: assaltos, estupros, consumo de drogas, pedofilia, assassinatos, bullying, pornografia exagerada.
A polícia tem organizado blitze para combater a venda destes produtos. Muitas apreensões são feitas, mas as vendas continuam, mesmo na surdina.
A despeito de todo esforço da polícia, cabe aos pais orientar seus filhos quanto aos malefícios da pirataria, do comércio ilegal nas ruas da cidade e do conteúdo destes jogos. Fiquem de olho e orientem seus filhos!
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Qualidade é o grande desafio
Escrito por Floriano Pesaro em 22 de abril de 2009 – 16:01 -
Você já se perguntou quais os motivos que levam o adolescente a abandonar os estudos? Quem apostou nas razões de trabalho e renda acertou, em parte: 27,1% dos adolescentes abandonam os estudos para trabalhar.
Mas este não é o maior motivo para evasão escolar. Ou seja, a grande maioria simplesmente não tem interesse nos estudos. A falta de interesse na escola é o principal motivo, apontado por 40,1% dos adolescentes de 15 a 17 anos de idade.
Estes dados constam da pesquisa Motivos da Evasão Escolar, realizada pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas, realizada no ano passado. De acordo com esta pesquisa, 14,1% dos jovens deixaram de estudar. O percentual é mais alto nas regiões metropolitanas; em São Paulo, este percentual é de 18,7%. Ou seja, 1 a cada 5 adolescentes abandona a escola.
As políticas públicas para atrair o jovem não podem se limitar à concessão de bolsas ou a construção de escolas. Acredito que o nosso maior desafio é investir na qualidade do ensino para reduzir a evasão escolar, oferecendo uma escola mais interessante. Pois hoje os alunos do ensino médio não terminam os estudos com graves consequências para seu futuro.
Como o jovem é atraído precocemente para o mercado de trabalho é fundamental garantir a oferta de ensino profissionalizante atualizado e sintonizado com este mercado.
Uma vez mais ressalto a importância da educação para o futuro dos jovens, pois, quanto menos anos de estudo, menor a renda e as chances de uma vida com qualidade. E para reverter este quadro o poder público e a família têm que estar unidos.
Veja editorial do jornal Correio Braziliense
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Rede de atendimento às mulheres de violência doméstica
Escrito por Floriano Pesaro em 22 de abril de 2009 – 15:58 -
De acordo com o relatório global “Progresso das Mulheres no Mundo 2008/2009”, elaborado pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem), a Lei Maria da Penha foi reconhecida como um das três legislações mais avançadas para o enfrentamento de violência contra as mulheres no mundo. Portanto, o Brasil está na vanguarda da legislação que protege as mulheres.
No entanto, a lei não se aplica sozinha. Para que a lei seja cumprida, é preciso, primeiro, que as mulheres conheçam onde podem ser atendidas e tenham a coragem de denunciar seus agressores.
Pesquisa da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres mostra que 47% das mulheres têm dependência financeira do agressor; em 63,2% das notificações, a autoria dos maus-tratos por parte dos companheiros é recorrente; e para 37,1% das vítimas o maior risco de agressão era a ameaça da morte. Bairros como Pinheiros, Vila Mariana, Lapa e Ipiranga – considerados bairros nobres – aparecem como locais onde os índices de agressão mais cresceram na capital em 2008.
À frente da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, de 2005 a 2008, criamos o 1° Centro de Referência da Mulher, que completou em fevereiro um ano de funcionamento. Em parceria com o Projeto Inclusão Social Urbana Nós do Centro, este serviço atende cerca de mil mulheres da região central e está instalado ao lado da Delegacia da Mulher.
Outra inovação foi a instalação do 1º Centro de Referência da Diversidade (rua Major Sertório, 292), que atende homens e mulheres profissionais do sexo, travestis e transexuais, em situação de vulnerabilidade. No local, eles participam de oficinas de corte e costura, recepção e monitoria. É mais uma parceria entre o Projeto Nós do Centro, a Secretaria Municipal do Trabalho e a Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual.
Coordenado pela SMADS, o Projeto Nós do Centro é uma cooperação bilateral entre Prefeitura de São Paulo e União Européia. Conta também com parceria das secretarias de Cultura, Trabalho, Participação e Parceria e Relações Internacionais e com o apoio das Subprefeituras Mooca e Sé, além das organizações sociais que gerenciam os serviços.
É uma lição de cidadania e direitos humanos.
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Outras mazelas por trás do comércio ilegal
Escrito por Floriano Pesaro em 17 de abril de 2009 – 18:53 -A rede de comércio ilegal em São Paulo traz a reboque outras formas de violência e de criminalidade, como a exploração de crianças e adolescentes no trabalho infantil. Ilegalidade e contrabando são, portanto, a ponta do iceberg para outras mazelas da cidade.
Onde há contrabando, pirataria e roubos, há pessoas vivendo desse comércio ilegal, como as centenas de crianças que deixam de ser crianças para trabalhar nas ruas da capital, seu envolvimento com o tráfico de drogas e a dependência química que leva centenas às ruas.
Portanto, não compre produtos de origem desconhecida e exija nota fiscal. Esta é a ferramenta útil de garantia da procedência legal dos produtos. Ao se negar a comprá-los, você ajuda a minguar esta rede de comércio ilegal.
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CET
Escrito por Floriano Pesaro em 17 de abril de 2009 – 18:24 -Todos que têm acompanhado a minha trajetória nesta Casa sabem muito bem meu comportamento como defensor das idéias e dos programas de Governo que considero justos e corretos. Portanto, hoje, a minha fala é crítica em relação a uma empresa do governo que tem o sentido mais construtivo do que qualquer outro tipo de interesse.
Deixo claro, de saída, porque participando de alguns programas e falando sobre o tema, alguém disse: “Qual será o interesse do vereador Floriano em criticar uma empresa municipal?” Digo que é um interesse como cidadão paulistano, não tenho nenhum interesse na empresa.
Sou também representante de 32 mil paulistanos que votaram em mim. Hoje considero-me representante de todos os cidadãos, uma vez que sou parlamentar como todos e, portanto, prezo por uma cidade melhor.
A minha reclamação é no sentido do trabalho desenvolvido pela Companhia de Engenharia de Tráfego na cidade de São Paulo, que até poderia chamar de Companhia de Policiamento de Trânsito, tamanha a ausência de engenheiros de tráfego na direção da Companhia. Até perguntava recentemente ao meu companheiro de bancada do PSDB, o vereador Ricardo Teixeira: “Por que a Engenharia de Trânsito funciona tão mal na cidade de São Paulo?” Até dá vontade de fazer um curso de Engenharia de Trânsito para poder entender a mecânica, a lógica que passa na cabeça dessa Companhia e de seus dirigentes na orientação do trânsito.
No final do feriado de Páscoa, eu, assim como milhões de paulistanos, voltávamos do feriado que passamos fora da cidade de São Paulo. Depois de três ou quatro horas nas estradas paulistas congestionadas, quando entramos na Marginal do Tietê, demorei quase uma hora – por conta, na minha visão leiga de cidadão – de equívocos da Engenharia de Trânsito. Equívocos, sim, porque não tem outra explicação. Uma pista local absolutamente congestionada e uma pista expressa fluindo normalmente. E a Companhia de Engenharia de Tráfego proibindo que se mudasse de uma faixa para outra, ainda que tivesse no viário essa possibilidade de mudar de uma faixa para outra. Mas algum “iluminado” resolveu que deveríamos ficar naquela pista sem poder mudar de local.
Quando cheguei à alça de acesso da Ponte das Bandeiras para pegar a avenida Tiradentes, me surpreendi com ela fechada, porque algum “iluminado” decidiu que era para andar mais 500 metros, dar a volta no Clube Esperia para poder acessar a ponte. Perdi mais 25 minutos parado no trânsito domingo à noite, porque alguém resolveu fechar a alça de acesso da avenida Tiradentes da Ponte das Bandeiras.
Isso tem lógica no dia-a-dia da semana, por causa do fluxo que vem de Santana, mas não no final de semana. Não há lógica nenhuma, não faz o menor sentido fechar a alça de acesso. Da mesma forma, com os túneis da cidade, porque, ao passarmos pelo túnel Ayrton Senna para ir à zona sul, de repente, deparamos com ele fechado. E tem aviso a 500 metros ou 1 quilômetro antes? Não tem aviso nenhum. Você, motorista de trânsito de São Paulo, que se programe na hora “h” para inventar outro trajeto, porque resolveram fechar o túnel. E assim por diante.
Você está andando na cidade, mudam as mãos. Antes, você podia entrar para a esquerda; agora, os carros vêm da esquerda e não se pode mais entrar. Não comunicam à comunidade, não dialogam com a comunidade. É uma falta absoluta de diálogo com a sociedade.
Como a Câmara Municipal é um Parlamento e temos a obrigação de promover esse diálogo com a sociedade, exijo que a Companhia de Engenharia de Tráfego tenha o diálogo com esta Casa, assim como com o cidadão, na hora de tomar medidas como essas.
Fiz diversas reclamações como cidadão, antes mesmo de ser parlamentar. Reclamo do cruzamento da avenida Santo Amaro com a avenida Antônio Joaquim de Moura Andrade, onde todos os ônibus que vêm do corredor, dividem-se ali, travando o fluxo viário. Farei essa reclamação, como requerimento, diretamente à presidência da CET, mas, fica aqui, como uma crítica construtiva, no sentido de essa empresa escutar mais a população e tratar com mais respeito o cidadão paulistano.
Leia meus discursos completos no site.
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Estímulo a micro e pequenas empresas
Escrito por Floriano Pesaro em 14 de abril de 2009 – 20:03 -
Em seminário realizado nesta Câmara Municipal, em março, ficou claro que os efeitos da crise econômica mundial já podem ser sentidos em quase todos os setores da vida pública e privada deste país, especialmente na cidade de São Paulo, que contribui com grande parcela do PIB por meio do setor de serviços, comércio e bancário. Quem mais sofre, no entanto, são as micro, pequenas e médias empresas.
O senador Roberto Freire, que participou deste seminário, foi enfático ao afirmar que o Brasil tinha um “encontro marcado” com esta crise econômica, pois o governo federal age “sem visão de futuro”.
Ontem, em evento realizado na FIESP (Federação das Indústrias de São Paulo), o governador José Serra disse com todas as letras: “O Banco Central é atrasadíssimo e pode entrar para o livro dos recordes em relação ao atraso de atitude diante da crise”. Ele se referia à política monetária conservadora que limita e liberação de crédito para a retomada do crescimento econômico.
Em apoio a esse segmento da nossa economia, o governador Serra assinou ontem três decretos que ampliam a oferta e a garantia de contratação de crédito às micro e pequenas empresas. Investir e apoiar as micro e pequenas empresas é ter uma visão de futuro, uma visão concreta de solução para enfrentar a crise na cidade de São Paulo.
O Governo do Estado incluiu o microempreendedorismo na agenda de políticas públicas estaduais de geração de renda. O caminho é este: estimular experiências de sucesso de inclusão social, geração de renda e empreendedorismo.
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